segunda-feira, 17 de julho de 2017

A irresponsabilidade dos governantes acabou com a Agespisa

Ilha da fantasia
A Agespisa teve um prejuízo 26,76% maior em 2016 na comparação com 2015, mesmo assim a companhia seguiu gastando mais com pessoal. O crescimento do custo de pessoal da empresa entre os dois exercícios financeiros foi de 21,34% maior, saindo de R$ 96,8 milhões para R$ 117,5 milhões.
Ganho real
Uma empresa insolvente, a Agespisa teve expansão de faturamento abaixo da inflação em 2016, mas o aumento nos gastos com pessoal foi mais de três vezes superior à inflação do ano.
Outro ralo
Mas não é só na despesa com pessoal que a estatal de saneamento do Piauí teve sangrada suas finanças. No que o balanço apresenta como “remuneração de capitais de terceiros”, a companhia viu escoar pelo ralo R$ 111,1 milhões. É dinheiro pago por dívidas feitas por gestores insensatos ao longo dos anos.
Devo não nego
Além das dívidas contabilizadas como “capitais de terceiros”, a Agespisa tem ainda passivos circulantes (débitos de curto prazo) vencidos com diversos fornecedores, sendo o principal deles a Eletrobras Piauí. A estatal de saneamento deve à estatal de energia R$ 151,8 milhões.
Muito mal
O balanço da empresa tem ainda um senão: é negativo o parecer dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis da empresa, que segundo eles, “não representam adequadamente todos os aspectos relevantes à posição patrimonial e financeira” da Agepisa.
Fonte:Portalaz
Edição:Bernardo Silva

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