sábado, 6 de março de 2021

Thriller ainda é o maior disco da indústria musical americana

 "Thriller" de Michael Jackson é o verdadeiro recordista mundial.



O imbatível álbum de Michael Jackson, "Thriller", lançado em 1982, continua a fazer história. Douze anos após a sua morte, o disco continua a faturar atingindo a marca das 33 milhões de unidades vendidas nos EUA, segundo os últimos números oficiais.

A Associação da Indústria de Gravação da América (Recording Industry Association of America, RIAA, sigla em inglês) divulgou recentemente, que o sexto disco de Michael Jackson, "Thriller", é o primeiro álbum da história da RIAA certificado trinta vezes multi platina no que toca a vendas no mercado norte-americano, mantendo o Rei da Pop como o artista de todos os tempos com o espantoso número das 100 milhões de unidades vendidas para "Thriller" e mais de mil milhões em álbuns da carreira, em todo o mundo.

quarta-feira, 3 de março de 2021

Cultura Prefeitura Municipal de Parnaíba/Superintendência de Cultura ESCRITOR PARNAIBANO FAZ ENSAIO SOBRE A OBRA DE DANIEL GLAYDSON RIBEIRO


  1.  

Por Diego Mendes Sousa*

Publicado por DCP em 28/02/2021

O livro Pulsão da língua (Mirada, 2021) versa sobre a linguagem instintiva da poesia. Daniel Glaydson Ribeiro é experiente nas letras e faz a sua estreia com um rico discurso sobre o duradouro e o fugaz, entre o chão poético dos seus espantos e o arcabouço teórico da sua vivência.


Sua consciência crítica sobre o mundo provém de uma sabedoria reproduzida em seus próprios ideais contestadores do voraz capitalismo, da crueldade da civilização e da alarmante injustiça social, pois “mortal antes de tudo é a memória”. O eu lírico se refaz após o esquecimento, “de ruínas invisíveis / que se comem”. Esquecimento ou deglutição, semiofagia?


A voz literária de Daniel Glaydson Ribeiro está à espreita de inúmeros elementos experimentais. Seu ritmo segue fragmentado como uma sangria desatada no inconsciente, que se amplia com forte vigor humanista a desaguar no abismo dos silêncios, em “mística-terra d’eternidade”.


Estudioso da poesia de Jorge de Lima, Daniel preserva em sua dicção a atmosfera sobrenatural das cousas. Guarda também a magia precisa da beleza. Emociona-me versos fantásticos como estes: “mete os dedos dentro // dos cabelos das ondas // e as unhas na nuca do mar”.

A fruição das imagens inventadas por Daniel perpassa pela sensibilidade, também por aquilo que é íntimo a um autêntico poeta: a migração sonora das metáforas e o incêndio renovador da alma encantada.


O cume da obra, a meu ver, carrega uma forte herança dos Modernistas de 22 e dos Concretistas paulistas. Com leveza e ressurreição, ecoam Carlos Drummond de Andrade e João Cabral de Melo Neto.


Há um poema de Daniel Glaydson Ribeiro cujo título me causou uma excessiva atração. Trata-se da peça “1”, da seção “Pulsão arcaica”, que esboça um relicário frasal remoto, de imensa delicadeza: “Oiço uma ventania”, que desperta sensações de origem, muito conceitual e elegante, por causa da inesperada e incomum variação da palavra “ouço”, posta com tanta precisão.


Esse poema em comento é uma obra-prima, bem escrito, inspirado, revelador, tecido por mistérios, por uma energia cabalística bucólica e chamuscado por uma imagética profunda, com evocações sedutoras para um tempo de essência, traduzido em deserto, sede, miragens, terra, areal e Deus.


“e o que sinto, se sinto

é que Deus, Deusa, se existisse, se existe,

perene, passa, sequios’ e sopra.

 

e não há nada, entre nós,

a ser dito.”


 

O jogo com o inefável é espetacular. Versos finais inebriantes, verdadeiramente indizíveis, sublimes.

 

Pulsão de língua está dividido em cinco atos que dialogam com as dores do ser. Daniel Glaydson Ribeiro reserva a alteridade como uma deliciosa característica de busca rumo ao prazer estético, mesclando os idiomas existenciais às estações oníricas da vida terrenal.

 

Sua originalidade está no salvamento da fala e no manejo extraordinário do arrebatamento ascético: “Só muito depois compreendi // que esta ventania constante // já é Tua Voz, // num simples sopro sempiterno.”.

 

Com os seus barulhos e excessos, Pulsão de língua promove o ruído das vozes que habitam as iluminações imprescindíveis da tradição e inova pela via do ressurgimento de outras veracidades, como a reconstrução do movimento anímico e a consolidação de uma linguagem singular.

 

Daniel Glaydson Ribeiro nasceu no Piauí, em 1985. Poeta, crítico literário e tradutor de Paul Valéry. Doutor em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo (USP). Pulsão de língua é o seu livro de estreia.


*Diego Mendes Sousa é poeta piauiense. Advogado e Jornalista. Filho da Parnaíba.*


Daniel Glaydson é poeta piauiense, critíco e tradutor de Paul Valéry

Março Lilás com exame preventivo do câncer de Colo do Útero


 

Segunda etapa de imunização dos idosos realizada com sucesso

 



Sucesso total a etapa de vacinação contra COVID-19, para idosos entre 85 e 89 anos realizada pela Prefeitura de Parnaíba, através da Secretaria Municipal de Saúde e da Gerência Municipal de Imunização, nesta sexta (26) e sábado (27), no estacionamento da Universidade Federal do Delta do Parnaíba. Prefeitura de Parnaíba, a Prefeitura faz e vai fazer muito mais.

terça-feira, 2 de março de 2021

Mamonas Assassinas- 25 anos sem o grupo

 Hoje na História - Em 02 de Março de 1996 Integrantes da banda Mamonas Assassinas morrem em acidente aéreo




No dia 2 de março de 1996 chegava ao fim, de maneira trágica, a bem-humorada banda de rock Mamonas Assassinas. . No auge do sucesso, todos os integrantes morreram em um acidente aéreo na Serra da Cantareira, em São Paulo, quando o jatinho fretado se chocou com a montanha pouco antes do pouso no aeroporto de Guarulhos. Além dos músicos - Dinho, os irmãos Samuel e Sérgio, Júlio e Bento - morreram o piloto, o copiloto e dois assistentes dos artistas.


O sucesso meteórico dos Mamonas Assassinas durou apenas sete meses, entre julho de 1995 e 2 de março de 1996. A banda misturava punk rock com forró, sertanejo, heavy metal e pagode. Eles deixaram apenas um álbum de estúdio gravado, que vendeu mais de 3 milhões de cópias no Brasil. Entre os sucessos estavam "Pelados em Santos", "Robocop Gay", "Vira-Vira" e "Mundo Animal".

Fonte History Chanel

Auxílio emergencial - com alta na inflação só daria para comprar meia cesta básica

 Auxílio emergencial de R$ 250 só daria para comprar meia cesta básica



Com o agravamento da pandemia em todo o País, o Governo Federal propôs o pagamento de mais quatro parcelas de um novo auxílio emergencial, no valor de R$250 mensais. O anúncio foi feito pelo próprio presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em live na última quinta-feira (25), mas o projeto ainda não foi definido.


O valor de R$ 250, entretanto, não seria suficiente para comprar uma cesta básica, já que, em Fortaleza, o custo do conjunto de produtos essenciais está em torno de R$ 532,97, conforme aponta o superintendente regional do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), Reginaldo Aguiar. Com a forte inflação dos alimentos, o valor proposto para o benefício garantiria praticamente metade de uma cesta.


“Esse valor que nós estamos estimando da cesta é apenas para uma pessoa. Se você imaginar uma família com dois adultos e uma criança, a despesa gira em torno de R$ 1.598,91, ou seja, um custo muito superior ao valor proposto pelo Governo”, explica Aguiar. null


Aumento das despesas 

Para o superintendente, o valor é bem aquém da necessidade das pessoas, tendo em vista que as despesas aumentaram por conta da pandemia. “Em Fortaleza, houve um crescimento de 19% com alimentação em 2020, além das necessidades de materiais de limpeza, como álcool em gel, sabão e máscaras, como medida de prevenção à Covid-19″.  


“Esse dinheiro é muito bem-vindo, mas ao problema que ele se destina, que é fazer com que as pessoas possam se proteger e ter o mínimo de alimentação e limpeza em suas casas, ele se mostra bem insuficiente”, finaliza.


Cesta básica: confira variação no preço dos alimentos em 2020 

Carne: 21,02%

Leite: 27,81%

Feijão: 28,67%

Arroz: 88,29%

Farinha: 50,51%

Tomate: 18,76%

Pão: 11,20%

Café: 6,38%

Banana: -0,47%

Açúcar: 18,43%

Óleo: 89,27%

Manteiga: 5,77%


Fonte: Diário do Nordeste

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