segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Municípios do Piauí decretam situação de emergência devido à seca

Resultado de imagem para Municípios do Piauí decretam situação de emergência devido à secaOs prefeitos dos municípios de Betânia do Piauí e Guaribas decretaram situação de emergência devido à seca.  Os municípios sofrem com o desabastecimento de água provocado pelas chuvas irregulares, que  provocam escassez de água tanto para consumo humano quanto para o animal.

De acordo com decreto do prefeito de Guaribas, Claudinê Maia, a previsão do tempo para a região é que a estiagem se agrave. Em alguns reservatórios, o volume de água chega a 2% da capacidade. 

“A totalidade dos reservatórios de água da zona rural encontra-se praticamente sem água. Apenas algumas pequenas barragens com volume de menos de 2% de água, sem condições de consumo humano, apenas para consumo animal”, diz.

O decreto tem vigência de 90 dias. Com a promulgação, o município pede ajuda para iniciar ações de combate a estiagem como o fornecimento de água por meio de carros-pipas. 

No município de Betânia, localizado a 510 km de Teresina, o prefeito Fábio Macedo afirma que a irregularidades nas chuvas na região se intensificam desde 2011. O gestor destaca que a cidade não possui sistema de abastecimento próprio.

“Considerando que o município não possui sistema de abastecimento de água e nem barragem de grande porte, mas que a pequena barragem existente que atende a população através de carro pipa na zona rural e urbana do município está com sua capacidade não restabelecida contendo em torno de 15% da capacidade decreto estado de emergência”, diz o decreto.  

Na cidade de Betânia do Piauí o decreto tem validade de 180 dias. Neste período, o município fica dispensado de realizar licitação para as atividades necessárias ao combate da estiagem.  

Lídia Brito - Cidadeverde.com 

Caminhão carregado de sal pega fogo na rodovia PI-113

 (Crédito: Reprodução/Longah)Um caminhão incendiou no trecho do km 8 da PI-113, entre os municípios de Barras e Cabeceiras, próximo à Fazenda Marrecas. O acidente aconteceu por volta das 21h de domingo (18/11) e foi motivado pelo travamento da roda do pneu.

A equipe do Grupo Voluntários de Barras (GAV) foi acionada e, após solicitação do caminhão-pipa da prefeitura de Barras, conseguiu debelar as chamas. O veículo é da cidade de São Benedito, do Ceará. O motorista, que não teve o nome revelado, estava visivelmente abalado com o prejuízo material e com o risco de morte que passou.

O caminhão estava carregando sal e fazia o percurso Parnaíba/Teresina. Segundo Francisco Sampaio, coordenador do GAV, o motorista conseguiu sair ileso, mas perdeu todos os seus pertences pessoais e documentos.
 (Crédito: Reprodução/Longah)
“Após debelarmos as chamas, limpamos todo o sal da pista e conseguimos retirar grande parte dos destroços do veículo da estrada no sentido de evitar novos acidentes. Sinalizamos a parte que não deu para retirar. Graças a Deus o motorista não teve lesões físicas, só estava bastante abalado psicologicamente”, relatou Sampaio.
 (Crédito: Reprodução/Longah)
Fonte: Com informações do Longah

Observatório do Dia: Idosa não resiste e morre em tentativa de assalto

Na manhã de hoje Segunda-Feira 19/11 uma senhora não resistiu ao ser abordada por meliantes, quando estes, anunciaram um assalto.
A idosa,veio a óbito na mesma hora, fato ocorreu próximo ao Verdinho no Bairro de Fátima,também bem perto  à uma escola da rede particular de ensino. 
Nas redes sociais,houve revolta, inclusive por amigos de familiares da mesma,e foram levantados questionamentos acerca da falta de patrulha em áreas isoladas e de circulação,pois assaltos ocorrem frequentemente.
O corpo da mesma foi removido pelo carro do IML-Instituto Médico Legal, para logo em seguida ser entregue à família para os procedimentos fúnebres.

domingo, 18 de novembro de 2018

Fique ligado para o desligamento do sinal analógico


Vem ai mais um Fest Bandas

Vem aí o 11º FestBandas! O evento terá a participação de várias bandas e outras atrações e vai acontecer na Concha Acústica Dr Ary Uchôa, no sábado, dia 24 de novembro, às 19h.
Não perca esse beleza de espetáculo da música instrumental!
Realização: Prefeitura Municipal de Parnaíba e Banda Municipal Simplício Dias da Silva.

sábado, 17 de novembro de 2018

Venezuela, Cuba e Moçambique devem R$ 1,7 bilhão ao BNDES

Venezuela, Moçambique e Cuba devem R$ 1,7 bilhão (US$ 459,2 milhões) ao BNDES em pagamentos atrasados. A maior parte das dívidas é de empréstimos para obras tocadas nesses países por construtoras brasileiras, como Odebrecht, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa. Como os financiamentos têm garantia do Tesouro, a conta poderá ficar em Brasília. O projeto de Orçamento de 2019 já prevê R$ 1,4 bilhão de gastos para cobrir calotes. 
BNDES: O projeto de Orçamento de 2019 já prevê R$ 1,4 bilhão de gastos para cobrir calotes
© Ricardo Moraes BNDES: O projeto de Orçamento de 2019 já prevê R$ 1,4 bilhão de gastos para cobrir calotes
O caso que mais preocupa é o da Venezuela, que enfrenta crise política, recessão e hiperinflação, e começou a atrasar o pagamento da dívida em setembro do ano passado. O país vizinho tem um total de US$ 274 milhões de pagamentos da dívida em atraso com o BNDES – US$ 159 milhões atrasados há mais de 180 dias. Pelo câmbio médio do terceiro trimestre, o total atrasado há mais de 180 dias equivale a R$ 628 milhões. 
No caso de Cuba, os atrasados somam US$ 71,2 milhões – US$ 26 milhões em financiamentos de exportação do BNDES e cerca de US$ 40 milhões no Proex Financiamento, linha com subsídios federais para apoiar exportações de empresas de menor porte -, mas o quadro piorou recentemente. 
A ilha caribenha chegou a pagar, com atraso, a parcela de maio, mas agora deve parcelas desde junho. A economia cubana foi atingida neste ano pela crise da Venezuela, que subsidiava o fornecimento de petróleo à ilha. Também foi afetada pela reversão de parte da distensão diplomática com os EUA, após a posse de Donald Trump. 
Já os atrasos de Moçambique são mais antigos, começaram em novembro de 2016. O país da Costa Leste da África está com US$ 114 milhões em atraso superior a 180 dias. 

Calote

Os atrasos fizeram o BNDES elevar as provisões para crédito duvidoso – o montante que os bancos separam em seus balanços financeiros para fazer frente a possíveis calotes. O diretor de Estratégia e Transformação Digital da instituição de fomento, Ricardo Ramos, frisou que esses empréstimos têm garantia do Tesouro, por meio do Seguro de Crédito à Exportação (SCE), bancado pelo Fundo de Garantia às Exportações (FGE). Por causa da Venezuela, o BNDES já foi indenizado em US$ 139 milhões pelo FGE. 
As indenizações por conta dos atrasos de Moçambique somam US$ 29 7 milhões. Os atrasos de Cuba ainda não excederam o prazo necessário para executar a garantia. Quando aciona o SCE, o BNDES retira aquele valor do provisionamento e quem cobra o país devedor é o governo. “Esses países, de forma muito semelhante aos Estados da federação, não quebram. Países passam por ciclos econômicos”, disse Ramos. 

Venezuela

O BNDES contratou US$ 2,7 bilhões em empréstimos para a Venezuela, entre 2001 e 2015. O maior, de US$ 865 milhões, de 2010, foi para a construção de uma fábrica da Usina Siderúrgica Nacional, tocada pela Andrade Gutierrez. As obras do Metrô de Los Teques, tocadas pela Odebrecht, receberam US$ 862 milhões. Já a expansão de linhas do Metrô de Caracas, também da Odebrecht teve US$ 605 milhões. Nem todos os valores foram liberados – sete operações tiveram desembolsos suspensos pelo BNDES em maio de 2016, por suspeitas de corrupção. Segundo a Transparência Venezuela, entidade de combate à corrupção, a pedra fundamental da Linha 5 do Metrô de Caracas foi lançada por Hugo Chávez em 2006, mas, até hoje, só uma estação foi inaugurada.

Cuba

O destaque é o empréstimo de US$ 682 milhões, contratado em cinco operações entre 2009 e 2013, para o Porto de Mariel, a 45 km da capital, Havana. As obras, tocadas pela Odebrecht, foram inauguradas em janeiro de 2014, com a presença da então presidente Dilma Rousseff. Em maio, a agência ‘Reuters’ noticiou que a administração do porto aguarda o término de obras de dragagem, em 2019, para converter o terminal em centro regional.

Moçambique

O maior empréstimo contratado com Moçambique é de US$ 320 milhões, para a construção da hidrelétrica de Moamba Major, mas essa operação foi suspensa em maio de 2016 pelo BNDES, por suspeitas de corrupção. Os atrasos se referem ao financiamento de US$ 125 milhões para o Aeroporto de Nacala, no norte do país, construído pela Odebrecht. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Exame.com

Vídeo do DIA: Renomado psicanalista fala de um novo olhar sobre sexualidade




Maura Roth entrevista Klécius Borges, psicologo e psicanalista especialista no atendimento a homossexuais, bissexuais e transgênero.


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