segunda-feira, 26 de março de 2018

Spielberg e Festival de Cannes: todos contra a Netflix

Netflix
Netflix e o Festival de Cannes não superaram a desavença do ano passado. É o que sugere o diretor do festival, Thierry Frémaux, em entrevista à Variety. Em 2017, o canal online concorreu à Palma de Ouro, prêmio máximo do evento, com Okja e Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe. Porém, sua recusa em estrear os filmes primeiro no cinema antes do streaming bateu nas regras do festival.
“No ano passado, quando selecionamos dois de seus filmes, eu pensei que poderia convencer a Netflix a lançá-los nos cinemas. Mas eles recusaram. É o modelo econômico deles, e eu respeito isso. Mas aqui trabalhamos com cinema e queremos que nossos filmes em competição sejam lançados no cinema. Este é o modelo dos amantes do cinema e a Netflix também tem que respeitar isso”, disse Frémaux.
O diretor, contudo, acredita que em breve o Festival e os canais de streaming devem entrar em um acordo — um dia. “Os filmes da Netflix do ano passado não fizeram história, eles simplesmente se perderam nos algoritmos do site. Um dia eles vão entender que a história do cinema e a história da internet não são a mesma coisa”, alfinetou Frémaux, antes de dizer que o diálogo com o site continua e que a porta está aberta – contanto que as regras do Festival sejam seguidas.
Spielberg – Do outro lado mais comercial da moeda, o diretor Steven Spielberg se manifestou contra a presença de filmes da Netflix em competições de cinema, como o Oscar. “Se é um bom filme de TV, então merece um Emmy e não um Oscar”, disse em entrevista ao ITV News.
Segundo o cineasta, sites de streaming causam uma mudança de comportamento nos diretores, que afeta a indústria. “Cada vez menos cineastas estão batalhando para conseguir financiar seus filmes ou competir em um festival. Enquanto a maioria está indo atrás de serviços de streaming para que eles paguem por seus filmes, com a promessa de uma rápida exibição no cinema para qualificá-los para concorrer nas premiações de cinema. Mas, na verdade, se você produz algo para a TV, então é um filme de formato televisivo”, diz, antes de ressaltar que estes longas não deveriam concorrer ao Oscar
Veja Edição de Parnaíba no Mundo

domingo, 25 de março de 2018

Convite – Audiência Pública LDO 2019

Convite – Audiência Pública LDO 2019

Convite

O Prefeito Municipal de Parnaíba, Estado do Piauí, Francisco de Assis de Moraes Souza, convida toda a comunidade parnaibana, as associações, os conselhos municipais, os sindicatos, as entidades de classe e as demais entidades representativas da sociedade civil para Audiência Pública da discussão da Proposta da LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2019, a ser realizada no dia 12 de abril de 2018 (quinta-feira), com início às 9:00 horas (nove horas), no Auditório da Prefeitura Municipal de Parnaíba, localizado à Rua Itaúna, n.º 1434, Bairro Pindorama. 
Contamos com sua participação!
 Mais informações: planejamento@parnaiba.pi.gov.br

CRAS Projeto Sobre Vivência/APAE de Parnaíba

Abertura da 3ª Semana Municipal da Pessoa com Deficiência, realizada pelo Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência – COMUDE.

Participação dos usuários do Projeto Sobre Vivência dos CRAS: Piauí, Mendonça Clark, São Vicente de Paula, Baixa da Carnaúba e João XXlll.

Confira abaixo fotos do momento e das apresentações dos usuários do Projeto Sobre Vivência:

Trump assina lei orçamentária, mas se diz infeliz com resultado

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta sexta-feira uma nova lei orçamentária para financiar o governo federal até o fim do ano fiscal de 2018, evitando assim a paralisação do governo.
Trump, contudo, afirmou que estava infeliz com a proposta, em um discurso sobre a promulgação na Casa Branca. “Como uma questão de segurança nacional, assinei a lei orçamentária. Há muitas coisas com as quais não estou feliz sobre esta lei, há muitas coisas que não deveríamos ter incluído nesta lei”, disse Trump na entrevista que não estava prevista em sua agenda.
“Disse ao Congresso que não voltarei nunca a assinar uma lei como essa”, afirmou.
O presidente havia ameaçado mais cedo vetar a lei orçamentária aprovada nesta madrugada pelo Congresso, arriscando uma nova paralisação do governo, pois ela não previa recursos suficientes para a construção do muro na fronteira com o México nem uma solução para jovens imigrantes ilegais que chegaram ao país quando crianças, conhecidos como “sonhadores”.
 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
Se Trump não promulgasse a lei nesta sexta-feira, o governo federal ficaria sem financiamento a partir de meia-noite e seria obrigado e deixar de funcionar parcialmente – o que seria o terceiro “shutdown” do ano.

“Os republicanos estão muito mais do lado de vocês do que os democratas, que os estão usando para seus próprios interesses”, disse o presidente aos jovens imigrantes.
Trump negou várias propostas bipartidárias para solucionar definitivamente a situação dos “sonhadores” porque nenhuma das propostas oferecia dinheiro suficiente em troca para a construção do muro na fronteira com o México.
O orçamento assinado por ele hoje, já em vigor, prevê 1,6 bilhão de dólares para a “ampliação da barreira fronteiriça”, o que não garante a construção do muro prometido por Trump na campanha.
Trump revelou ter sido “impossível” ler as mais de 2.000 páginas da lei orçamentária, mas ressaltou que o projeto tem o maior aumento no investimento nas Forças Armadas dos últimos anos.
“Estive pensando seriamente no veto, mas, devido aos incríveis avanços para nossos militares, decidi assiná-la”, concluiu.
(Com EFE) Edição de Parnaíba no Mundo

sábado, 24 de março de 2018

Show de Liniker enfrenta problemas técnicos e termina após 5 músicas

 Liniker se apresenta durante o segundo dia do festival Lollapalooza, no Autódromo de Interlagos - 24/03/2018
A banda Liniker e os Caramellows abriu o segundo dia de shows do Lollapalooza 2018 com um pedido de respeito às mulheres transgêneros e negras. A vocalista subiu ao palco Ônix dez minutos depois do esperado por causa de problemas técnicos que, mais para frente, levaram ao encerramento precoce da apresentação. O público cantou e vibrou junto com Liniker ao som de cinco sucessos do grupo. Foi o que deu tempo de apresentar antes que o som fosse abruptamente interrompido.

A cantora improvisou e transformou a desventura em um poderoso coro à capella, junto com o público, da música Zero. O grupo deixou o palco por cerca de dez minutos antes de voltar e explicar ao público – sem microfone, porque nem ele funcionava – que não poderia continuar a apresentação.
No pouco tempo que teve, a banda aproveitou para apresentar também uma nova música de trabalho, Lina X, com a MC Lin da Quebrada. O show parecia promissor, pena que o festival não deu condições para que ele ocorresse normalmente. Após a banda deixar o palco definitivamente, gritos de “Fora, Lolla” eram ouvidos.

Veja

sexta-feira, 23 de março de 2018

Foto do DIA


Família de Marielle pede retirada de vídeos caluniosos do YouTube

Anielle Silva, irmã da vereadora assassinada Marielle Franco, em um protesto no centro do Rio 


A irmã e a companheira da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), Anielle Franco e Mônica Benício, ajuizaram uma ação no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) pedindo a retirada de 38 vídeos da plataforma YouTube que veiculam notícias falsas a respeito da parlamentar assassinada na semana passada. O processo foi distribuído na quarta-feira (21) para a 47ª Vara Cível.
Eleita para ocupar uma vaga na Câmara Municipal do Rio de Janeiro com mais de 46 mil votos, Marielle estava em seu primeiro mandato. Ela foi executada na última quarta-feira (14) e o crime está sendo investigado. O episódio gerou comoção em todo o país, mas também houve disseminação de informações mentirosas na internet sobre a vereadora, algumas delas associando Marielle a traficantes.
A ação é movida contra o Google, responsável pela plataforma YouTube. Anielle e Mônica pedem que seja concedida uma liminar obrigando a retirada do material em 24 horas e proibindo que novos vídeos com conteúdo similar sejam publicados. Elas são representadas pelas advogadas Samara Castro, Evelyn Melo e Juliana Durães. Na petição, as três avaliam que o YouTube já deveria ter excluído os vídeos. “A empresa omitiu-se e continua inerte, trazendo grande mal e transtornos para as autoras e todos da família de Marielle Franco”, escreveram.

Dias após o assassinato da vereadora, as advogadas ajudaram a impulsionar uma campanha pedindo que as pessoas denunciassem os perfis de redes sociais que estavam veiculando informações falsas. Até o momento, mais de 17 mil e-mails foram recebidos e elas estão realizando uma triagem para identificar os casos de maior visibilidade, que mais afetam negativamente a honra de Marielle.
No caso dos vídeos do Youtube, foram identificado 40 postagens, mas duas delas já haviam sido retiradas pelo autor. De acordo com a petição ajuizada, estas publicações ocorreram entre os dias 15 e 20 de março e já alcançaram mais de 13,4 milhões de visualizações.
Segundo as advogadas, o Brasil precisa construir uma jurisprudência para coibir notícias falsas, as chamadas fake news. “Como a liberdade de expressão não é garantia constitucional absoluta, deve prevalecer o princípio da dignidade da pessoa humana, devido às manifestações apresentadas possuírem conteúdo imoral, ilícito, ilegal e discurso de ódio”, escreveram na ação.
Na argumentação, as advogadas citam a Lei 12.965/2015, conhecida como Marco Civil da Internet, e também o Código Penal, no qual há tipificação do crime de calúnia. Elas pedem ainda que o Google seja compelido a fornecer os dados pessoais dos autores das publicações para que seja possível processá-los individualmente.

Outras ações

As calúnias também motivaram o PSOL a apresentar uma representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra a desembargadora Marília de Castro Neves, do TJRJ, que, com base em fake news, publicou texto no Facebook acusando a vereadora de estar “engajada com bandido” e de ter envolvimento com a facção criminosa Comando Vermelho. Posteriormente, ela fez nova postagem na rede social admitindo que se precipitou.
O CNJ já abriu procedimento para investigar o caso. O PSOL manifestou também a intenção de ajuizar uma ação criminal contra a desembargadora.
Outra ação do partido mira o deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF). A legenda entrou com uma representação no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados pedindo a cassação do mandato do parlamentar. Em uma postagem na sua conta no Twitter, Fraga compartilhou a notícia falsa de que a vereadora havia sido casada com o traficante Marcinho VP e que teve um filho com ele aos 16 anos. Diante da repercussão negativa, o deputado apagou a mensagem com as informações inverídicas. No entanto, muitos usuários continuaram a compartilhá-la.
Assim como a desembargadora, o deputado também admitiu não ter provas do que alegou. Em entrevistas, ele disse ter repassado informações sem ter checado a veracidade das mesmas.

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